Família denuncia falta de informações e teme agravamento da situação; cirurgia, que já havia sido cancelada duas vezes, foi adiada para a próxima semana
Uma família denuncia a demora na realização de uma cirurgia no Hospital de Urgências de Goiás (HUGO), em Goiânia. O paciente está internado há quase 30 dias após sofrer fraturas em três ossos do pé. Mesmo com a colocação de um fixador, ele ainda aguarda a cirurgia definitiva, que já foi cancelada duas vezes e, segundo o relato da família, foi novamente adiada para a próxima semana.
A situação tem provocado angústia e preocupação entre os familiares, que afirmam não receber informações claras sobre quando o procedimento será realizado. Sem condições financeiras para enfrentar os custos de uma internação prolongada e lidar com todas as dificuldades decorrentes da situação, a família pede providências e esclarecimentos da direção do hospital.
Segundo o relato, a longa espera e os sucessivos adiamentos têm aumentado a sensação de desamparo. A família questiona se o paciente está recebendo toda a assistência necessária durante o período de internação e cobra uma definição sobre a cirurgia.
“Não estamos pedindo nenhum privilégio, apenas respeito, atendimento adequado e informações claras sobre a cirurgia”, afirma a familiar, que procurou a reportagem para dar visibilidade ao caso.
O episódio levanta questionamentos sobre a demora no atendimento e a necessidade de comunicação transparente entre a unidade de saúde e os pacientes internados. Para a família, não é aceitável permanecer por tanto tempo sem uma previsão concreta para a realização de um procedimento considerado necessário pela equipe médica.
A família cobra respostas do HUGO: por que a cirurgia foi adiada novamente? Quais são os motivos dos cancelamentos anteriores? Existe uma previsão definitiva para a realização do procedimento?
A reportagem registra a denúncia e buscará um posicionamento da direção do Hospital de Urgências de Goiás sobre o caso, incluindo os motivos dos adiamentos e as medidas adotadas para garantir a assistência ao paciente.
Enquanto aguarda respostas, a família segue apreensiva, enfrentando dificuldades financeiras e a incerteza sobre quando o paciente finalmente poderá passar pela cirurgia.