{"id":25200,"date":"2026-03-01T07:55:33","date_gmt":"2026-03-01T10:55:33","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalpacity.com.br\/?p=25200"},"modified":"2026-03-01T07:55:33","modified_gmt":"2026-03-01T10:55:33","slug":"rio-461-anos-a-historia-da-cidade-contada-pela-musica-que-dela-nasceu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalpacity.com.br\/?p=25200","title":{"rendered":"Rio 461 anos: a hist\u00f3ria da cidade contada pela m\u00fasica que dela nasceu"},"content":{"rendered":"<p>Das notas de Gilberto Gil que abra\u00e7aram a cidade de belezas mil, passando pela Garota de Ipanema e a Estrela de Madureira, o <strong>Rio de Janeiro completa 461 anos neste domingo<\/strong>, cravada entre mares e montanhas.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1679651&#038;o=rss\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1679651&#038;o=rss\"><\/p>\n<p>E nada melhor do que <strong>contar a hist\u00f3ria da cidade por meio da m\u00fasica<\/strong>. Afinal, ela \u00e9 ber\u00e7o de muitos g\u00eaneros e de m\u00faltiplas ra\u00edzes. Te convidamos a fazer um passeio no tempo e entender melhor a \u201cCidade Maravilhosa\u201d, atrav\u00e9s das notas e movimentos musicais.<\/p>\n<h2>Cidade\u00a0Maravilhosa<\/h2>\n<p>Fundada em 1\u00ba de mar\u00e7o de 1565 pelo capit\u00e3o portugu\u00eas Est\u00e1cio de S\u00e1, e batizada como S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Rio de Janeiro, a hist\u00f3ria da cidade come\u00e7a muito antes da chegada dos lusitanos.\u00a0<\/p>\n<p>O historiador Rafael Mattoso conta que o Rio possui <strong>heran\u00e7as culturais dos povos origin\u00e1rios<\/strong>, principalmente os tupinamb\u00e1s &#8211; que predominavam na regi\u00e3o durante o in\u00edcio do per\u00edodo colonial.<\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8220;Ta\u00ed os top\u00f4nimos da cidade, que n\u00e3o mentem. A gente diz que quem nasce dela \u00e9 kari\u00f3ka. Kari\u00f3ka vem de\u00a0Carij\u00f3s oka, ou seja, casa dos Carij\u00f3s [ind\u00edgenas]. Esse lugar que \u00e9 cercado pela Guan\u00e1-par\u00e1, pelo encontro das \u00e1guas. S\u00f3 que ela come\u00e7a a ganha essa import\u00e2ncia, essa notoriedade de fato, a partir de 1501, das primeiras expedi\u00e7\u00f5es, que vieram reconhecer o para\u00edso que existia no mundo atl\u00e2ntico&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A partir das primeiras expedi\u00e7\u00f5es \u00e9 que um imagin\u00e1rio foi sendo constru\u00eddo.<\/p>\n<p>&#8220;Os portugueses, na segunda expedi\u00e7\u00e3o, em 1503, com Gon\u00e7alo\u00a0Coelho e Am\u00e9rico Vesp\u00facio, ao chegar no Rio de Janeiro, eles j\u00e1 avistavam a beleza dessa pra\u00e7a. N\u00e3o \u00e0 toa que o pr\u00f3prio Am\u00e9rico Vesp\u00facio disse que, se existia um para\u00edso na terra, esse para\u00edso estava aqui, ou muito pr\u00f3ximo dele. Ent\u00e3o existe desde o come\u00e7o essa vis\u00e3o id\u00edlica do para\u00edso, dessa maravilha&#8221;.<\/p>\n<p>S\u00e9culos mais tarde, o navegador e explorador Am\u00e9rico Vesp\u00facio inspirou a cria\u00e7\u00e3o de um outro nome para a cidade: Cidade Maravilhosa.<\/p>\n<p>A <strong>cl\u00e1ssica marchinha de Carnaval composta por Andr\u00e9 Filho em 1934 se apropria do termo \u201cCidade Maravilhosa\u201d<\/strong>, at\u00e9 ent\u00e3o\u00a0sem autoria definida. A m\u00fasica rapidamente se tornou um grande sucesso. Tanto que, em 1960, foi institu\u00edda como hino oficial do Rio.<\/p>\n<p>Fato \u00e9 que as m\u00fasicas ajudaram na consolida\u00e7\u00e3o desse termo que posteriormente serviria de cart\u00e3o postal da cidade mundo afora.<\/p>\n<h2>Samba e bossa nova<\/h2>\n<p>E o Rio seguiu fazendo hist\u00f3ria atrav\u00e9s da m\u00fasica e levou para al\u00e9m de suas fronteiras o ritmo que virou uma marca carioca: a bossa nova.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=262412:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/egY6CozEqCiLulX-1hOuXDFcu1I=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/rio_de_janeiro_2406219959_2.jpg?itok=V3mcmsPm\" alt=\"Est\u00e1tua em homenagem ao cantor e compositor Tom Jobim na orla da Praia de Ipanema\" title=\"Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil\"><br \/>\n        <noscript><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/egY6CozEqCiLulX-1hOuXDFcu1I=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/rio_de_janeiro_2406219959_2.jpg?itok=V3mcmsPm\" alt=\"Est\u00e1tua em homenagem ao cantor e compositor Tom Jobim na orla da Praia de Ipanema\" title=\"Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil\"><\/noscript><br \/>\n    <!-- END scald=262412 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\"><!--copyright=262412-->Est\u00e1tua em homenagem ao cantor e compositor Tom Jobim na orla da Praia de Ipanema &#8211; <strong>Tomaz Silva\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=262412--><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Das melodias de Tom Jobim aos poemas cantados de Vinicius de Moraes, a <strong>bossa nova foi um dos estilos que consolidaram a imagem de um Rio praiano, bo\u00eamio e rom\u00e2ntico<\/strong>,\u00a0enquadrado na ideia de beleza.<\/p>\n<p>Rafael Mattoso explica que, como capital do Brasil ao longo de quase 200 anos, o Rio virou palco de uma efervesc\u00eancia cultural que abriu brecha para que outros setores da sociedade expusessem as contradi\u00e7\u00f5es da vis\u00e3o romantizada. O Rio era mais do que s\u00f3 a zona sul.<\/p>\n<blockquote>\n<p>&#8220;Em fun\u00e7\u00e3o dessa import\u00e2ncia, a pr\u00f3pria hist\u00f3ria musical j\u00e1 registra, ao longo de toda a sua exist\u00eancia, o protagonismo carioca. Desde as primeiras grava\u00e7\u00f5es musicais, at\u00e9 por volta de 1904, por exemplo, o primeiro grande registro da hist\u00f3ria do samba. Foi em novembro de 1916, numa festa da Penha, que o Donga apresentou pela primeira vez a m\u00fasica Pelo Telefone. Ela j\u00e1 trazia a ideia de que o Rio de Janeiro era essa cidade de contradi\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=273101:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/BgtaRS9i62rc_okPpUj-FnOcjeQ=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/manuscrito_de_pelo_telephone_donga_biblioteca_nacional.jpg?itok=nB51sg0K\" alt=\"Manuscrito de Pelo Telephone, de Donga, integra o acervo da Biblioteca Nacional.\" title=\"Acervo da Biblioteca Nacional.\"><br \/>\n        <noscript><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/BgtaRS9i62rc_okPpUj-FnOcjeQ=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/manuscrito_de_pelo_telephone_donga_biblioteca_nacional.jpg?itok=nB51sg0K\" alt=\"Manuscrito de Pelo Telephone, de Donga, integra o acervo da Biblioteca Nacional.\" title=\"Acervo da Biblioteca Nacional.\"><\/noscript><br \/>\n    <!-- END scald=273101 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\"><!--copyright=273101-->Manuscrito de Pelo Telephone, de Donga, integra o acervo da Biblioteca Nacional. &#8211; <strong>Acervo da Biblioteca Nacional.<\/strong><!--END copyright=273101--><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A partir de ent\u00e3o, temos uma disputa para saber qual g\u00eanero retrata verdadeiramente a tal \u201cCidade Maravilhosa&#8221;.<\/p>\n<p>Ber\u00e7o de um patrim\u00f4nio cultural brasileiro, o <strong>Rio tomou para si a autoria do samba<\/strong>. Surgido a partir da <strong>influ\u00eancia de diversos povos, principalmente os africanos escravizados<\/strong>, o g\u00eanero se manteve como ato de resist\u00eancia ao passado escravocrata.<\/p>\n<p>Versos do compositor\u00a0Luiz Carlos da Vila, \u201cPoesia guardi\u00e3 da mais alta bandeira\u201d coloca o samba num patamar elevado e traz \u00e0 cena o cotidiano do sub\u00farbio &#8211; verdadeiro cora\u00e7\u00e3o da cidade \u2013 e exp\u00f5e\u00a0a luta desse g\u00eanero por espa\u00e7o na cena da cultura carioca.<\/p>\n<h2>Surge o funk<\/h2>\n<p>N\u00e3o demorou muito para que o estilo tamb\u00e9m influenciasse outros g\u00eaneros que retratam a vida de boa parte da popula\u00e7\u00e3o, principalmente o <strong>funk<\/strong>.<\/p>\n<p>Entoado por Cidinho e Doca, o cl\u00e1ssico <strong>\u201cEu s\u00f3 quero \u00e9 ser feliz\u201d se transformou em grito de den\u00fancia das desigualdades sociais<\/strong>, ao falar da neglig\u00eancia estatal perante os povos das favelas e periferias. E virou a cara do Rio.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=350814:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/loading_v2.gif\" data-echo=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/dKJDIStzPhFw5DaJE7Bn0NHXKyI=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/trbr2937_0.jpg?itok=npZlfyIK\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 29\/09\/2023 - Exposi\u00e7\u00e3o \u201cFUNK: Um grito de ousadia e liberdade\u201d, no Museu de Arte do Rio (MAR), regi\u00e3o portu\u00e1ria da cidade. Foto:T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil\"><br \/>\n        <noscript><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/dKJDIStzPhFw5DaJE7Bn0NHXKyI=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/trbr2937_0.jpg?itok=npZlfyIK\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 29\/09\/2023 - Exposi\u00e7\u00e3o \u201cFUNK: Um grito de ousadia e liberdade\u201d, no Museu de Arte do Rio (MAR), regi\u00e3o portu\u00e1ria da cidade. 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Aqui se concentrou um caldeir\u00e3o cultural de culturas diasp\u00f3ricas muito fortes. Que \u00e9 fruto dessa inventividade, de uma cultura de resist\u00eancia usada para lutar contra mecanismos formais. O Rio de Janeiro \u00e9 a cidade que deu origem a uma s\u00e9rie de patrim\u00f4nios musicais fundamentais&#8221;.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Exemplo dessa mistura, a m\u00fasica Rio 40\u00ba, da cantora Fernanda Abreu, fala das diferentes facetas da cidade &#8211; que une o melhor e o pior do Brasil em um purgat\u00f3rio da beleza e do caos: &#8220;capital do sangue quente do melhor e do pior do Brasil&#8221;.<\/p>\n<p>Todas essas faces transformam o 1\u00ba de mar\u00e7o em oportunidade para lembrar as diferen\u00e7as e semelhan\u00e7as que nos fazem pertencer a um local.<\/p>\n<p>Independente da origem, seja do alto dos morros, sub\u00farbio ou no asfalto, cariocas se banham nas lindas praias de Iemanj\u00e1 e se unem sob os bra\u00e7os abertos do Cristo Redentor para fazer uma s\u00f3 prece com a esperan\u00e7a de um futuro melhor para todos.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><em>*Sob supervis\u00e3o de Vit\u00f3ria Elizabeth<\/em><\/p>\n<p>  <span class=\"hms hms-format-m-ss\">7:34<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Das notas de Gilberto Gil que abra\u00e7aram a cidade de belezas mil, passando pela Garota de Ipanema e a Estrela de Madureira, o Rio de Janeiro completa 461 anos neste domingo, cravada entre mares e montanhas. 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