Uma mãe de aluno da Escola Municipal Maria de Araújo de Freitas, em Goiânia, procurou a reportagem para denunciar a precariedade da unidade, mas preferiu não se identificar por medo de represálias. Segundo ela, o filho, que estuda há três anos na escola, está sendo obrigado a dormir em colchonetes insalubres, em uma sala com mofo no teto — o que tem agravado problemas respiratórios e alergias da criança.
“Já denunciei, mas até agora ninguém fez nada. Não tenho como transferi-lo para outra escola porque não encontro vaga perto da minha casa. A escola não toma providência. É uma situação humilhante”, afirmou.
Além da estrutura precária, a mãe reclama da qualidade do ensino e da alimentação oferecida aos estudantes. “O lanche é fraco, sem qualidade, e a escola não demonstra preocupação com o bem-estar das crianças, que vêm de diferentes contextos e precisam de acolhimento e respeito.”

A unidade, que já foi tema de uma reportagem no programa Fantástico devido ao baixo desempenho entre as escolas públicas de Goiás, segue sem avanços significativos, mesmo estando há mais de 30 anos em funcionamento no bairro.
Outra mãe, identificada como responsável pelo aluno “Francisco” (nome fictício), reforçou as críticas: “É uma escola com muitos alunos e muita diversidade, mas falta estrutura e compromisso. As crianças merecem mais”.
Jornal PACITY vai aguardar a resposta dos responsaveis.
fonte: Redação