UPA do Buriti Sereno segue superlotada e expõe falhas na saúde pública de Aparecida de Goiânia

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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro esteve lotada durante todo o dia, revelando uma realidade de sobrecarga, falta de médicos e longas esperas para atendimento.

Nossa equipe esteve no local e acompanhou a situação de pacientes e funcionários. O clima era de tensão e insatisfação. Muitos aparecidenses reclamavam da demora para serem atendidos e da falta de atenção no acolhimento. “Falta estrutura, falta médico, e quem está aqui trabalhando não dá conta de tanta gente”, relatou uma paciente que preferiu não se identificar.

Um caso que chamou a atenção foi o do paciente Manoel Santana, que precisou ser transferido ao Hospital de Urgências de Goiânia (HUGOL) apenas para a colocação de uma sonda. Sem ambulância disponível, teve que retornar à UPA no próprio carro da família, no mesmo dia. Situações como essa são frequentes e revelam um sistema de saúde público com falhas graves na logística e no cuidado contínuo.

Apesar da estrutura da unidade ser considerada boa por alguns usuários, a capacidade física e humana da UPA não comporta a alta demanda. “Falta espaço, falta suporte. Quando vamos ao posto de saúde, não tem médico ou o cuidado necessário. Aí todo mundo acaba vindo pra cá”, comentou outra paciente à reportagem.

A realidade do Buriti Sereno reflete um desafio antigo da cidade: o crescimento populacional sem o devido investimento em saúde pública de qualidade. A cidade que passou do centenário ainda precisa avançar no básico: garantir dignidade e agilidade no atendimento à sua população.

Na semana em que Aparecida de Goiânia celebrou seus 103 anos, a população do Buriti Sereno teve pouco a comemorar no setor da saúde. A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro esteve lotada durante todo o dia, revelando uma realidade de sobrecarga, falta de médicos e longas esperas para atendimento.

Nossa equipe esteve no local e acompanhou a situação de pacientes e funcionários. O clima era de tensão e insatisfação. Muitos aparecidenses reclamavam da demora para serem atendidos e da falta de atenção no acolhimento. “Falta estrutura, falta médico, e quem está aqui trabalhando não dá conta de tanta gente”, relatou uma paciente que preferiu não se identificar.

Um caso que chamou a atenção foi o do paciente Manoel Santana, que precisou ser transferido ao Hospital de Urgências de Goiânia (HUGOL) apenas para a colocação de uma sonda. Sem ambulância disponível, teve que retornar à UPA no próprio carro da família, no mesmo dia. Situações como essa são frequentes e revelam um sistema de saúde público com falhas graves na logística e no cuidado contínuo.

Apesar da estrutura da unidade ser considerada boa por alguns usuários, a capacidade física e humana da UPA não comporta a alta demanda. “Falta espaço, falta suporte. Quando vamos ao posto de saúde, não tem médico ou o cuidado necessário. Aí todo mundo acaba vindo pra cá”, comentou outra paciente à reportagem.

A realidade do Buriti Sereno reflete um desafio antigo da cidade: o crescimento populacional sem o devido investimento em saúde pública de qualidade. A cidade que passou do centenário ainda precisa avançar no básico garantir dignidade e agilidade no atendimento à sua população.

Fonte: Jornal Pacity

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